Cofundador do Whatsapp: "Chegou a hora de apagar o Facebook"

Eloi Lecerf
Março 22, 2018

Nesta quinta-feira (21), Brian Acton, cofundador do WhatsApp, aplicativo comprado em 2014 pela empresa de Mark Zuckerberg, usou o Twitter para expressar sua opinião sobre o caso e defendeu que os usuários excluam suas contas da rede social se desejam manter a privacidade. As ações do Facebook caíram mais de 9% nos últimos dois dias, derrubando a avaliação da empresa em cerca de US$ 50 bilhões.

Do lado do Facebook, apenas o porta-voz se manifestou ao dizer que tanto Zuckerberg quanto Sheryl Sandberg, responsável pelas operações da empresa, estão a tomar todas as medidas necessárias para reforçar as politicas de protecção das informações da rede social.

O caso já levou ao afastamento do cargo do presidente executivo da Cambridge Analytica, Alexander Nix, depois de o Channel 4 News ter divulgado uma conversa do ex-CEO que admitiu ter-se reunido várais vezes com Donald Trump, com vista a arquitetarem uma campanha digital eficaz para as eleições norte-americanas.

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Tudo isso ainda vai ser objeto de conversações, conversas com o Meirelles, inclusive, que é uma grande figura", afirmou. Com baixíssima popularidade, ele vinha se esquivando de perguntas sobre o tema.

A Comissão Federal de Comércio (FTC) dos EUA está atualmente investigando o tratamento do Facebook e alegado uso indevido dos dados pessoais dos usuários.

"Continuamos firmemente empenhados em proteger as informações das pessoas", afirmou o vice-chefe de privacidade do Facebook, Rob Sherman, em um comunicado.

A declaração foi feita via Twitter, após os escândalos divulgados que envolvem o Facebook. Com gestão compartilhada, Koum continua a liderar a startup, mas Acton desistiu de tocar o negócio no início deste ano para iniciar sua própria fundação.

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