França promete se juntar aos EUA em resposta dura à Síria

Patrice Gainsbourg
Abril 15, 2018

O presidente da França, Emmanuel Macron, confirmou os ataques aéreos conjuntos com os EUA e Grã-Bretanha contra Síria.

"O ataque desta madrugada contra a Síria é um crime e declaro que o Presidente americano, o Presidente francês e a primeira-ministra britânica são criminosos", mas "não conseguirão nada e não retirarão qualquer benefício" deste ataque com mísseis, afirmou Khamenei, após uma reunião com os principais líderes políticos e militares do país.

A ofensiva consistiu em três ataques, com uma centena de mísseis, contra instalações utilizadas para produzir e armazenar armas químicas, informou o Pentágono.

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A prefeitura afirma também que a iluminação pública da região está sendo prejudicada devido à dificuldade de acesso dos veículos que fazem a manutenção.

Para Emmanuel Macron, "os fatos e a responsabilidade do regime sírio" do ditador Bashar al-Assad no ataque químico que matou dezenas de pessoas no último dia 7 de abril em Duma, perto da capital Damasco, "não oferecem nenhuma dúvida".

"Deve ser encontrado um plano de saída da crise, com uma solução política, e estamos prontos para trabalhar nisso agora com todos os países que podem contribuir para esse processo", afirmou Jean-Yves Le Drian, adiantando que a França "retomará as iniciativas políticas" para obter o "desmantelamento do programa químico sírio" e fazer cumprir as resoluções do Conselho de Segurança da ONU sobre o cessar-fogo e o acesso da ajuda humanitária à população.

No contexto do ataque de ontem à noite dos Estados Unidos, Reino Unido e França contra o regime sírio foram informados de que atacaram um centro de pesquisa de armas químicas perto de Damasco, um depósito de armas químicas no oeste de Homs e um centro de comando de armas químicas. Assad nega que tenha usado armas químicas.

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