Doria lidera disputa pelo governo de SP, mas rejeição dispara — Datafolha

Patrice Gainsbourg
Abril 17, 2018

Atrás deles, aparecem Luiz Marinho (27%), Márcio França (22%), Rogério Chequer (21%), Lisete Arelaro (20%) e Alexandre Zeitune (19%).

O Datafolha pesquisou dois cenários. A pesquisa divulgou também que 26% pretendem votar branco ou nulo, e 5% não sabem ou não responderam.

No segundo cenário, Skaf, que ainda não confirmou sua pré-candidatura ao governo do estado, não é apresentado aos eleitores. A intenção de voto em Doria também diverge entre a capital, de 24%, e o interior, de 30%. França e Marinho oscilam para 10% e 9%, respectivamente, enquanto os votos brancos e nulos sobem para 32%. Rogério Chequer fica com 3% das intenções de voto, seguido por Lisete Arelaro e Alexandre Zeitune, com 2% cada.

Enquanto Skaf é numericamente (34%) o mais rejeitado, Doria viu crescer o número de eleitores que não votam nele de jeito nenhum (de 28% para 33%), especialmente onde governou: na capital. Os outros três prefeitos anteriores tinham margens maiores de aprovação: Marta Suplicy (PT), 25%; José Serra (PSDB), 56%; e Gilberto Kassab (DEM e PSD), 31%. No caso da rejeição a Doria, foram 1.031 eleitores na cidade de São Paulo, com a mesma realizadora e mesmo contratante, mas com margem de erro de três pontos percentuais e índice de confiança de 95%. A declaração veio após pesquisa Datafolha mostrar que 47% dos paulistanos consideram sua passagem pela prefeitura ruim ou péssima.

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Apesar da liderança de Doria, o tucano tem a segunda maior rejeição entre os postulantes ao Palácio dos Bandeirantes.

O Datafolha também questionou em quem os entrevistados sobre quem eles não votariam no primeiro turno.

Pré-candidato do PSDB ao governo de SP, João Doria deixou o cargo de prefeito da cidade de São Paulo no último dia 6 de abril.

Já para Márcio França, a dificuldade principal é a de ser conhecido.

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