Operação da Polícia Federal contra a pornografia infantil em sete estados

Patrice Gainsbourg
Abril 26, 2018

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a segunda fase de operação com o objetivo de desarticular um grupo criminoso suspeito de desviar e comercializar mais de 300 milhões de reais em créditos tributários, com o envolvimento de uma analista tributária da Receita Federal em São Paulo, informou a PF. Segundo informações da corporação, quatro dos encarcerados são de São Paulo e os outros são de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, Maranhão e Acre.

Acompanhe a reportagem e saiba mais. A PF afirma que após a ação, foram realizadas novas apurações de conteúdo na chamada Deepweb, uma zona da internet que não pode ser detectada facilmente pelos mecanismos de busca padrão. "Chegou-se a um grupo com ações em abrangência nacional, integrado por 13 pessoas, que se comunicavam em ambiente cibernético, onde ocorria o comércio das imagens ilícitas", afirmou o órgão.

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De acordo com a Polícia Federal, no esquema os créditos lícitos de grandes contribuintes eram selecionados e desviados em favor de empresas intermediárias que eram geridas pelos criminosos.

Segundo as investigações, "grande parte dos envolvidos efetivamente abusava sexualmente de crianças, registrando as imagens". Numa segunda etapa, os investigados se reuniam em salas virtuais, onde trocavam, vendiam ou simplesmente disponibilizavam os arquivos ilícitos. Em caso de publicação de imagens de pornografia infantil, a pena prevista é de três a seis anos de prisão. Já o estupro de vulneráveis prevê de oito a 15 anos de prisão. "Algumas das vítimas já foram identificadas, quando ficou demonstrado que o agressor é, no mais das vezes, pessoa do convívio da família da vítima, ou mesmo parte dela", diz a PF.

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