Bandeira dos EUA queimada no Parlamento do Irão

Judith Bessette
Mai 9, 2018

"Se concordássemos com ele na questão da nossa influência na região e sobre os nossos mísseis, o problema dos Estados Unidos com o Irão não estaria resolvido".

O sentimento anti-americano presente em murais espalhados em Teerã reflete a tônica do governo face a intransigência da administração Trump em torno do acordo nuclear assinado por Barack Obama.

Berlim, Paris, Londres e Bruxelas também criticaram o presidente americano Donald Trump, que anunciou na terça (8) que seu país deixará o tratado.

Durante os últimos dias, o presidente francês, Emmanuel Macron, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o secretário britânico de Relações Exteriores, Boris Johnson, viajaram a Washington para tentar demover Trump, sem sucesso. O ato ocorreu nesta quarta-feira (9), na sede do Parlamento do Irã.

"É de importância especial que os outros assinantes do acordo, China, França, Alemanha, Rússia e o Reino Unido, empreendam passos imediatos para reforçar o acordo, proteger os negócios legítimos com o Irã das sanções norte-americanas, bem como apelar para que o Irã permaneça no acordo", frisou.

Por sua parte, a chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Federica Mogherini, em sua conferência de imprensa na representação da Comissão Europeia (CE) na capital italiana de Roma, condenou esta declaração de Trump. A agência de vigilância nuclear da ONU (Organização das Nações Unidas) disse que o Irã não violou as disposições acordadas.

'Meu passarinho voou', diz Xuxa sobre a morte da mãe
Dona Alda Meneghel completou 81 anos em janeiro, quando Xuxa comentou nas redes sociais que estava esperando por um milagre. Xuxa no Instagram: " Meu passarinho voou . e vai pintar um lindo por de sol pra nos. bgda a todos pelas orações".

Bandeira dos Estados Unidos queimada e gritos de morte à América, foi desta forma que os deputados iranianos reagiram à decisão de Donald Trump de retirar o país do acordo sobre o programa nuclear assinado em 2015.

Seja como for assistiu-se já a uma radicalização do conjunto do regime iraniano, que poderá colocar em causa o caminho reformista iniciado por Rouhani.

Outros 42 por cento disseram que os Estados Unidos deveriam ficar no acordo, e os restantes 28 por cento disseram que "não sabem".

Donald Trump disse que o acordo tinha falhas "desastrosas" que precisam ser corrigidas.

Os preços do petróleo foram sustentados pelas expectativas de que o Trump desistiria do acordo, que poderia atingir as exportações iranianas de petróleo e alimentar as tensões geopolíticas no Oriente Médio, que abriga um terço do suprimento diário de petróleo do mundo.

Outros relatórios LazerEsportes

Discuta este artigo

SIGA O NOSSO JORNAL