Irão acusa Israel de "inventar pretextos" para atacar na Síria

Patrice Gainsbourg
Mai 13, 2018

Aliás, os media israelitas classificam este ataque seguido de resposta como o confronto mais sério nesta zona desde a guerra do Yom-Kippur em 1973.

Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, citado pelo Washington Post, morreram 23 pessoas na quinta-feira depois da ofensiva de Israel (cinco soldados sírios e 18 elementos de milícias, cuja nacionalidade é desconhecida). O exército israelita diz que os alvos atingidos incluem vários locais de armazenamento de sistemas de recolha de informações iranianas, paióis e quartéis. Nos últimos dias, milícias xiitas ligadas ao Irã ameaçaram atacar as Colinas de Golã, após Israel ter bombardeado bases militares usadas por Teerã na Síria.

Pela primeira vez na guerra Síria, Israel acusa o Irã diretamente de ter atacado o país que é capacho dos EUA no Oriente Médio.

Foram lançados de Israel mais de 60 mísseis, tendo a maioria deles sido derrubada pela defesa antiaérea síria.

Mãe policial reage a assalto na porta de escola e mata bandido
Em um vídeo que circula nas redes sociais, o suspeito aparece se aproximando de um grupo de mães e crianças apontando um revólver. A ocorrência foi em frente ao Colégio Ferreira Master, unidade particular, que fica no bairro Cidade Cruzeiro do Sul, em Suzano .

Os bombardeamentos iranianos contra Israel, partir da Síria, são "extremamente preocupantes", afirmou esta quinta-feira a Alta Representante da União Europeia para Política Externa e Segurança.

Em um momento de grande tensão na região, os ataques israelenses marcam "uma nova fase" na guerra que devasta a Síria há sete anos, assinalou o regime de Bashar al-Assad.

O presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu uma "desescalada", enquanto o governo da Alemanha disse que o ataque nas colinas de Golã foi uma grave provocação do Irã. "Washington aplica a pressão económica através de sanções e Israel a pressão militar, através de ataques aéreos". Israel permanece em "estado de alerta elevado". A lei foi aprovada na mesma noite em que Netanyahu deu uma conferência de imprensa acusando o Irão de ter mentido sobre o seu programa nuclear.

Um membro da elite clerical do Irã disse nesta sexta-feira que os europeus não são dignos de confiança, depois que o presidente iraniano, Hassan Rouhani, comunicou que Teerã permanecerá no acordo nuclear firmado com potências mundiais em 2015 apesar da desfiliação dos Estados Unidos.

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