Síria: Onda de ataques israelitas fez 42 mortos esta semana

Patrice Gainsbourg
Mai 13, 2018

Depois, o clérigo Ahmed Khatami, membro da Assembleia de Peritos iraniana, afirmou o seguinte: "Israel vai deixar de poder dormir em descanso, porque será atormentado constantemente por um pesadelo: o de que, se fizer algo de insensato, nós iremos arrasar Telavive e Haifa".

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu a partir de sua própria conta do Facebook oficial disse que o Irã havia perpetrado na noite passada um ataque de mísseis da Síria, mas nenhum míssil caiu em território israelense. Porém, após a saída dos Estados Unidos do acordo, apoiada pelo governo israelense, ambos os países passaram a realizar bombardeios, especialmente em regiões da Síria. "Os ataques constantes do regime sionista (Israel) em solo sírio, que foram feitos sob pretextos inventados e sem fundamento, constituem uma violação da soberania nacional e a integridade territorial da Síria e são contrários às normas internacionais", denunciou o porta-voz de Exteriores, Bahram Qasemi.

"O Irã condena veementemente os ataques contra a Síria".

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Por isso, ele destacou que o "claro ato de agressão" de Israel na Síria demonstra "a natureza deste regime que procura a crise, é orientada à mentira e é dominante".

Pelo menos 11 iranianos morreram no ataque com mísseis lançados na última quinta-feira por Israel contra posições das forças sírias e seus aliados iranianos e do movimento libanês Hezbollah, informou neste sábado o Observatório Sírio de Direitos Humanos, subindo para 27 o número de mortos. Quanto à Síria, Qasemi ressaltou que "o Governo e a nação resistente da Síria têm direito a uma defesa legítima".

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