Mercado reduz estimativa de crescimento do PIB

Judith Bessette
Mai 15, 2018

De acordo com o boletim, a expectativa do mercado para a inflação em 2018 recuou de 3,49% para 3,45% na semana passada.

A projeção de inflação está abaixo da meta de 2018, que é de 4,5%, mas dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos - de 3% a 6%. Para o ano que vem, o Boletim Focus também reduziu a expectativa para o IPCA, mas a variação foi de 4,03% para 4%, valor abaixo da meta de 4,25%. A projeção publicada na semana passada de 2,70% do Produto Interno Bruto ( PIB ) deu lugar à marca de 2,51%.

Divulgação/Google MapsProjeção de inflação cai juntamente com estimativa do PIB, conforme Banco Central. Foi a segunda queda seguida do indicador.

O mercado financeiro reduziu novamente a estimativa para o crescimento da economia este ano. O encontro acontece nesta terça e quarta-feiras (15 e 16 de maio).

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Ainda de acordo com o Hareetz , os EUA convidaram um total de 86 países a estarem presentes, mas só 32 aceitaram. Por sua vez, da Ásia, vão estar representados Myanmar, Filipinas, Tailândia e Vietname.

Os analistas do mercado mantiveram em 6,25% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, nesta semana - quando se reúne o Comitê de Política Monetária (Copom). Em 2019, a expectativa é que a Selic volte subir e encerre o período em 8% ao ano.

- 2018: estimativa mantida em 6,25% até ao final do ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

O mercado financeiro reduziu a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 3,45% após três semanas consecutivas de estabilidade, em 3,49%. Para 2019, a previsão permanece em 3%. Já o câmbio médio no ano passou de R$ 3,37 para R$ 3,40, ante R$ 3,31 de um mês atrás.

- 2018: estimativa subiu de US$ 55 bilhões para US$ 55,6 bilhões de resultado positivo. Se por um lado, os dados de atividade pesam a favor do novo corte da taxa básica, de outro, "as perspectivas para a taxa de câmbio diminuem o risco de postergação da convergência da inflação rumo às metas, o que tenderia a reduzir a necessidade de maior flexibilização".

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