MPF de São Paulo faz novo pedido de prisão para Paulo Preto

Patrice Gainsbourg
Mai 15, 2018

A Procuradoria da República em São Paulo pediu novamente a prisão do ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, informa o Blog do Fausto.

Apontado como arrecadador de dinheiro para campanhas do PSDB, Souza ficou preso preventivamente durante 36 dias e foi solto na última sexta-feira por uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que lhe concedeu um habeas corpus.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Preto estaria por trás de ameaças a uma testemunha, Mércia Ferreira Gomes, motivo pelo qual deveria ser preso. Ela argumenta que o HC concedeu a liberdade, mas não o dispensou de comparecer aos atos do processo.

A procuradora ressalta que "o processo-crime tramita na primeira instância a quem tem o poder para dispensá-lo é o juiz natural da causa". "Deixar passar em branco tal desídia significa desacreditar que a Justiça de primeiro grau tem extremado valor para todo o sistema jurídico brasileiro", disse a procuradora.

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Em representação dos Estados Unidos vão estar a filha do Presidente norte-americano, Ivanka Trump, e o genro, Jared Kushner . A facção controla a faixa de Gaza , que por isso é alvo de um bloqueio de Israel e do Egito.

Vilela, ex-chefe da área de Assentamento da Dersa, foi um dos denunciados (formalmente acusados) por desvios de R$ 7,7 milhões nas desapropriações do trecho sul do Rodoanel.

"Assim, como a presente audiência foi marcada para instrução, interrogatório e julgamento, não se fazia necessária a presença do Sr".

O advogado de Souza, André Luiz Gerheim, afirmou que ele não foi à audiência porque Gilmar Mendes determinou que a Justiça Federal não iniciasse a instrução processual antes da apreciação das respostas da acusação. "Desta forma, não há que se falar em qualquer fato novo para determinar qualquer medida constritiva contra o réu", sustentou.

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