Atividade econômica caiu no primeiro trimestre, diz Banco Central

Judith Bessette
Mai 16, 2018

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado pelo mercado como uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, recuou 0,13% no 1º trimestre na comparação com o último período de 2017. O resultado foi impulsionado pela retração de 0,74% somente no mês de março, conforme os dados da autoridade monetária.

O resultado divulgado nesta 4ª feira (16.mai.2018) pelo Banco Central também apontou para uma queda de 0,74% em março na comparação com fevereiro, em dados dessazonalizados (valores compensados para comparar períodos diferentes). O patamar de 142,26 pontos é o pior para meses de março desde 2016 (141,00 pontos).

O IBC-Br incorpora informações sobre o nível de atividade na indústria, comércio, serviços e agropecuária, além do volume de impostos. Na época, houve baixa de 0,03% do IBC-Br no trimestre encerrado em julho. Já o Ministério da Fazenda projeta PIB de 3,0% em 2018 e em 2019. A 'prévia' da soma de todas as riquezas do País também se mostra um tanto problemática no confronto mensal, uma vez que, o índice de março deste ano registrou retração de 0,74% frente a fevereiro. O número ficou acima das estimativas, que variavam de -0,4% a +0,5% (mediana de +0,2%).

Bebê atingido por bala perdida no Rio de Janeiro passa bem
A escola divulgou que não houve registro de ações envolvendo troca de tiros em seu entorno, segundo lhe explicou a polícia. O menino, de 6 meses, está internado no Centro Pediátrico da Lagoa e, segundo a unidade, ele passou bem a noite.

O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Em um cenário ainda de dificuldades para a recuperação da atividade, o IBC-Br de fevereiro foi revisado de +0,09% para -0,10%.

No caso de dezembro, a revisão foi de +1,12% para +1,09%. Para a maioria que acredita numa última poda de 0,25 ponto, para 6,25%, o elemento mais forte de convicção é o de que não promover esse último corte na taxa básica contrariaria a linha de comunicação até agora reafirmada sem ambiguidades pelo BC.

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