Tríplex atribuído a Lula é arrematado por R$ 2,2 milhões

Oceane Deschanel
Mai 16, 2018

Já na cobertura, o arrematante do imóvel poderá desfrutar de uma área externa com churrasqueira, piscina e uma vista para a praia das Astúrias, no Guarujá. Mas o negócio não saiu "barato". Além dos R$ 2,2 milhões, ele terá de arcar com a comissão do leiloeiro, de R$ 110 mil, e mais R$ 47.204,28 de débitos condominiais. O tríplex está aberto a ofertas desde o dia 16 de março.

O imóvel mais famoso dos últimos meses, do Edifício Solaris, no Guarujá, recebe seu primeiro lance em leilão.

Gontijo diz, no entanto, que atua principalmente por meio da FCG Comércio, Turismo e Serviços. Segundo o organizador, antes do lance final, houve uma proposta de R$ 2,2 milhões, mas que logo foi cancelada pelo usuário que enviou email dizendo que ofertou equivocadamente. Segundo a assessoria de imprensa da Superbid, responsável pelo leilão na internet, o usuário pediu o cancelamento da oferta, autorizado por Sérgio Moro.

O imóvel foi visualizado mais de 58 mil vezes no site dos organizadores do leilão. Um elevador integra os três andares, mas não é possível verificar o funcionamento porque a luz da unidade não está ligada, informa o laudo de avaliação.

Preço médio da gasolina em Porto Alegre está acima do nacional
No entanto, o consumidor pode encontrar o litro da gasolina a valores que variam de R$ 4,16 a R$ 4,65, uma diferença de 11,78%. A alta da gasolina acompanha os reajustes feitos pela Petrobras em meio à escalada dos preços internacionais do petróleo.

Lula foi condenado a 12 anos e um mês por corrupção e lavagem de dinheiro, sendo preso no dia 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

Já na capital federal, o ex-presidente responde por suposto crime de tráfico de influência no BNDES para favorecer a Odebrecht, por suposta tentativa de obstrução à Justiça no episódio que levou o ex-senador Delcídio do Amaral à prisão, por tráfico de influência na compra de caças suecos da Saab e por supostamente ter favorecido montadoras com a edição de medida provisória em 2009. O valor, apontou a acusação, se referia à cessão pela OAS do apartamento tríplex ao ex-presidente, a reformas feitas pela construtora nesse imóvel e ao transporte e armazenamento de seu acervo presidencial (este último ponto rejeitado por Moro).

O petista defende sua inocência e se diz vítima de perseguição da força-tarefa e da Justiça.

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