MP denuncia 11 brasileiros por promover Estado Islâmico

Patrice Gainsbourg
Mai 18, 2018

Onze brasileiros foram denunciados pelo Ministério Público Federal por formação de organização criminosa e promoção do Estado Islâmico no País, informa Tulio Kruse.

Segundo reportagem publicada pelo Estadão nesta quinta-feira, 17, a denúncia tem como base conversas mantidas em aplicativos de mensagem e redes sociais interceptadas pela Polícia Federal.

Dois dos envolvidos permanecem presos preventivamente, Jhonathan Sentinelli Ramos, de 23 anos, cumpria pena por homicídio e Welington Costa do Nascimento, de 46 anos. Para o MPF, além de planejar atentados terroristas no Brasil, o grupo tinha planos de formar uma célula do EI e tentar recrutar jihadistas para se juntar ao grupo terrorista na Síria.

Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Ela é resultado da Operação Átila, da Polícia Federal. Os restantes acusados vão responder em liberdade.

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Na baliza, Rui Patrício, habitual titular, Anthony Lopes e Beto têm lugar garantido, uma vez que são os três únicos guarda-redes nos pré-convocados.

Um dos grupos de mensagens identificados, segundo a denúncia do MPF, era "destinado a discutir a criação de uma célula terrorista no Brasil", cujo nome era "Estado Califado no Brasil".

As investigações começaram ainda em 2016 quando a PF recebeu um comunicado da divisão antiterrorismo da Guarda Civil Espanhola. Também há relatos de conversas a respeito de organizar uma célula e treinar facções paramilitares no Brasil, o que também consta em diálogos obtidos pela PF após a apreensão de celulares.

Sobre a razão dos contactos com estrangeiros, os brasileiros acusados dão diferentes motivos, desde informações sobre como aderir ao EI, até orientação sobre como obter vistos de países do Médio Oriente ou discutir "táticas de guerrilha", segundo o MPF.

Alguns acusados negam envolvimento com o grupo terrorista e a maior parte deles não se conhecia pessoalmente.

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